Meu coração dispara quando meus olhos finalmente se acostumam à penumbra do recinto e consegi distin
Meu coração dispara quando meus olhos finalmente se acostumam à penumbra do recinto e consegi distinguir, entre tantos corpos nus, minha amada ajoelhada entre as pernas de um desconhecido. Lambe-lhe o pau enorme de cima a baixo enquanto sorri olhando-lhe nos olhos. Os gemidos dos mais diversos timbres e vindo de vários cantos misturados à cadência do hip-hop suave que acompanha toda aquela promiscuidade ajudam a me hipnotizar. Mas sou acordado do meu encantamento por um toque de mão amiga no ombro: um homem de sorriso largo, alto e forte como um rei africano, completamente nu e segurando na outra mão uma cerveja, perguntou-me em que podia me ajudar. “Vim buscar minha esposa” respondi apontando para que agora se lambuzava no esperma do outro como uma criança brinca em um chafariz: rosto, seios, cabelos e as mãos pequenas que seguravam juntas aquele pau que jorrava leite. O estanho gentil, olhou para aquela cena e seu sorriso ficou ainda maior: “Tá com pressa, amigo?” perguntou-me. Respondi que não e ele alcançou-me a cerveja recém-aberta e ainda gelada: “Então toma uma cerveja e aproveita. Vou chamar ela para você” disse indo em direção à minha amada com o pau já voltando a endurecer. Chegou-se por trás e segurou-a pelos quadris como quem quer fazer uma surpresa. Ela vira o rosto, olhando sobre o ombro, e sorri reconhecendo nele alguém muito querido. Oferece a boca ao beijo e logo se debruça sobre o sofá empinando ainda mais a bunda para que o recém-chegado possa penetrá-la. O pau grande entra devagar e sem dificuldades: certamente não era o primeiro a comer sua bucetinha naquela noite. Retorceu-se e rebolou por um bom quarto de hora no pau daquele homem que já havia conquistado a minha simpatia e que, ao sentir que a respiração dela ofegava, mergulhou os dedos negros no sua cabeleira e virou para mim o rosto dela: seus olhos de surpresa brilhavam como a noite e ela sorriu com todos os poros do seu corpo. Estava feliz em me ter ali, junto dela: apesar de participar dessas orgias desde que éramos namorados, só comseguiu confessar sua paixão pelo sexo com vários parceiros diferentes há poucas semanas e era muito importante para ela ter o seu homem ali, apreciando-a fazer algo que ela ama, com aqueles homens que a ajudaram a descobrir as delícias do sexo. Gozou. Gozou quase a ponto de perder os sentidos. E quando finalmente recobrou as forças, veio até mim, ainda nua, de mãos dadas com homem com quem acabara de gozar. Atirou-se nua, suada e lambuzada em meus braços: “Que bom que você veio, meu amor! Não sabe o quanto significa para mim!” Era a mulher que eu sempre tinha amado, mas ali, naquele momento, eu a sentia mais minha di que nunca. Virou-se para o homem que a acompanhara e abraçou-o colocando seus braços à volta do seu pescoço: “Obrigada, meu gato. Você foi maravilhoso, como sempre!” e beijou-o demoradamente bem na minha frente. Mesmo com a música, eu podia ouvir o barulho molhado de suas línguas escapando de suas bocas - as mãos grandes dele desceram pelas costas dela e agarraram, enchendo as palmas, aquela bunda redondinha de que eu tanto me orgulhava quando outros homens olhavam para ela na rua. Segurou novamente minha mão e nua assim, como uma Messalina moderna, foi me conduzindo: “Vamos, amor? Me conta: o que vamos jantar? Estou louca de fome…” -- source link
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